Japão empata no fim e está na Copa; Omã ainda sonha

As eliminatórias 2014 estão chegando na reta final. As disputas na Oceania terminaram em março de 2013 e a Nova Zelândia aguarda o adversário da repescagem. Na Ásia, o Japão é o primeiro país a confirmar vaga na Copa do Mundo, mas as outras seleções ainda brigam pelo sonho de estar no Brasil.

No Grupo F do qualificatório africano, a Nigéria tentará provar que o título da Copa Africana de Nações 2013 não foi acidente de percurso. Veja abaixo a classificação atualizada das eliminatórias 2014! Boa leitura!

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Japão 1×1 Austrália

Os australianos entraram em campo querendo confirmar a renovação orquestrada pelo técnico alemão Holger Osieck. O profissional não chamou atletas veteranos, como Brett Emerton e Harry Kewell, de 34 anos, mantendo no time Mark Schwarzer (40), Lucas Neill (35), Sasa Ognenovski (34), Mark Bresciano e Tim Cahill, ambos com 33 anos.

Num jogo bastante disputado, os visitantes só conseguiram balançar as redes por volta dos 36 minutos do segundo tempo, com uma das apostas de Osiek: Tommy Oar, de 21 anos, do Utrecht (Holanda), em sua oitava convocação – ele só é mais velho que Tom Rogic, de 20, do Celtic (Escócia).

Quando já se esperava novo vacilo do Japão em carimbar o passaporte para o Mundial 2014, o meia Matt MacKay colocou a mão na bola dentro da área, permitindo ao meia Keisuke Honda, 26, empatar o jogo, já aos 46 minutos! Ótimo resultado do técnico italiano Alberto Zaccheroni, que comandará a seleção asiática no Brasil 2014.

Já aos autralianos, resta recuperar o viés de crescimento, como bem disse Mile Jedinak, em 2011: “Somos um trabalho em andamento. Cobramos uns dos outros. Queremos que cada um dê seu melhor, forçamos para tirar o máximo de cada companheiro. Acho que continuará assim e que, com isso, nosso jogo será melhor e mais confiante”.

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Omã 1×0 Iraque

Outra partida muito importante pelo Grupo B do qualificatório da Ásia era o confronto entre Iraque e Omã. Bem como disse Younnis Mahmoud em março de 2012, os iraquianos não poderiam temer os favoritos Austrália e Japão: “Se devemos ter medo de alguém é de Jordânia e Omã, pois eles vão nos enfrentar ávidos por mostrar suas habilidades e que não estão na fase final por acaso. Eles melhoraram muito nos últimos anos”.

Tanto é verdade o receio de Mahmoud que o Iraque perdeu pontos contra os dois adversários, quando ainda era comandado por Zico, que deixou a seleção em 27 de novembro de 2012. Dois empates com Jordânia (fora) e Omã (casa), além de derrotas para japoneses e australianos – houve uma vitória em cima dos jordanianos –, elevavam a importância da partida para o Iraque, agora sob comando do técnico sérvio Vladimir Petrovic.

Vários técnicos foram especulados, inclusive Maradona e Sven Goran Eriksson, e sobrou para o iraquiano Hakeem Shakir, de 50 anos, fazier as vezes de interino, comandando as seleções de base e a principal. Younnis Mahmoud e Nashat Akram são os mais experientes do time e os pilares do Iraque.

Já os comandados do técnico francês Paul Le Guen são liderados pelo bom atacante Amad Al Hosni, 28 anos, do Al Ahli (Arábia Saudita). A partida foi fraca tecnicamente, com as duas equipes mostrando várias deficiências. O gol omani surgiu num lance de escanteio, uma das poucas chances no jogo, mantendo vivo o sonho de fazer história.

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04/06 | Líbano 1×1 Coreia do Sul

Jamaica x México

Os jamaicanos chegaram a temer o insucesso na terceira fase das eliminatórias, mas superaram a Guatemala e estão na fase final. Em três jogos, a equipe caribenha ainda não venceu, nem perdeu, mas ocupa a lanterna, com dois pontos. Para o técnico jamaicano Theodore Whitmore, a definição dos classificados para o Brasil 2014 começa agora:

“Serão os jogos mais importantes da nossa campanha, eles decidirão tudo. Pegamos os três melhores da região em sequência, com nove pontos em disputa. Este é o momento para nós, a hora do tudo ou nada”.

Para ele, o time não pode ficar nervoso, pois a responsabilidade de vencer é dos adversários. O único problema é o ataque, que fez apenas um gol no hexagonal final: “Não acho que se trate de um problema de nomes, pois temos jogadores que podem marcar gols”, pondera. O atacante Ryan Johson, ex-Toronto e atualmente no Portland Timbers (Estados Unidos), é a grande esperança da Jamaica para a partida.

Por sua vez, o técnico mexicano José Manuel de la Torre está pressionado pela penúltima posição na tabela, com três pontos em três jogos. Uma vitória contra a Jamaica, na casa do antagonista, recoloca os mexicanos nos trilhos rumo à Copa do Mundo. Uma derrota pode gerar crise na seleção. De La Torre já avisou o que espera dos atletas: “Ninguém ganha caminhando, e sim com muito esforço, muito trabalho, correndo, sabendo se comportar e tentando voltar essas condições a seu favor”.

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