Súmulas curiosas: 10 registros muito alternativos e engraçados [Estaduais 2017]

Caríssimos Apaixonados por Futebol Alternativo, é com prazer que anunciamos mais uma Série do Plano Tático em 2017. Vamos percorrer todas as súmulas que estiverem devidamente disponíveis nos sites das respectivas federações estaduais (algumas nunca estão, um desrespeito à lei) em busca de situações curiosas, engraçadas e lamentáveis também, claro!

Os estaduais serão com certeza um prato cheio para o Plano Tático, que de vez em quando publicará um texto quando reunir pelo menos dez súmulas realmente impactantes. Portanto, fique de olho no nosso site e na Página do Facebook para ver a seleção das alternatividades. O responsável pela série é Eder Kamitani, colaborador do Plano Tático! Claro, se você aí achar alguma súmula que julgue interessante, é só nos avisar pelos nossos canais de comunicação! Ahh, e clique nas imagens para poder ler as súmulas!

Parte 1 | Parte 2

1. Nervos à flor da pele

Jogo. Goianésia 1×1 Iporá (Campeonato Goiano)

Data. 29 de janeiro de 2017

Alternatividade. Médico exaltado

Após o empate, o médico do Goianésia, Robson Tavares, perdeu a cabeça: entrou no gramado, se dirigiu ao trio de arbitragem no centro do campo e disse o seguinte: “É palhaçada, palhaçada! Podem me relatar na súmula [queria ficar famoso, claro], é palhaçada isso aqui. Amanhã vou à federação reclamar! É palhaçada!

Crédito: Federação Goiana de Futebol

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2. Famoso rodado e enquadrado

Jogo. Rio Verde 2×2 CRAC (Campeonato Goiano)

Data. 29 de janeiro de 2017

Alternatividade. Jogador famoso nervosinho

Comentário. Quem não se lembra de Ramón Lage, né? É aquele mesmo, revelado no Atlético Mineiro, que passou pelo Corinthians da MSI e foi para a Rússia, onde se perdeu na carreira. Depois disso, o meia já passou por uma penca de times, quase sem jogar em muitos deles, chegando ao Rio Verde/GO com 28 anos!

O jogo já estava nos minutos derradeiros. Aos 47 do segundo tempo, o árbitro explica que expulsou Ramón, com cartão vermelho direto, por reclamação desrespeitosa após uma falta a favor do Rio Verde, pasme-se! Teria dito o famoso jogador, segundo o dono do apito: “Eu jogo muito e já atuei em todos os lados. Agora, ver roubar igual a você só aqui em Rio Verde mesmo”.

Enquanto estava deixando o campo, Ramón ainda disse poucas e boas para o quarto árbitro, com o dedo em riste: “Vocês vieram aqui para roubar mesmo, isso é culpa de vocês, seu ladrão”. Meio nervoso o conhecido Ramón, não é mesmo?

Crédito: Federação Goiana de Futebol

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3. Diego e seus modos

Jogo. Vitória das Tabocas 3×0 América (Campeonato Pernambucano)

Data. 4 de janeiro de 2017

Alternatividade. Expulsão seguido de gestos obscenos

O jogo, válido pela 1ª rodada do Campeonato Pernambucano, estava com o placar definido: Vitório das Tabocas vencia por 3 a 0 o América de Recife. Aos 33 minutos do segundo tempo, Juninho (Fernando Antônio do Rego Junior), zagueiro do Vitória, deu um tapa no peito de Diego Serra (Emerson Diego Bezerra Principe), do América, enquanto o jogo estava paralisado.

Diego Serra revidou dando um tapa na cara de Juninho e ambos foram expulsos de campo. Juninho saiu de campo normalmente… Já Diego Serra fez gestos obscenos para a torcida do Vitória: balançou a genitália para a torcida enquanto deixava o campo. Lamentável MESMO!

Crédito: Federação Pernambucana de Futebol

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4. O que vale é a emoção!

Jogo. Atlético 0×1 Vitória das Tabocas (Campeonato Pernambucano)

Data.  18 de janeiro de 2017

Alternatividade. Expulso por  exagerar na comemoração

Partida duríssima entre Atlético x Vitória das Tabocas. Aos 46 minutos do segundo tempo, Marcus marcou o gol da vitória. Diogo, que havia sido substituído aos 19 minutos do segundo tempo, foi expulso do banco de reservas por invadir o gramado e se exceder na comemoração. Haja emoção, hein? O problema é que o jogador já havia recebido um cartão amarelo aos 31 minutos do primeiro tempo por reclamação à arbitragem.

Crédito: Federação Pernambucana de Futebol

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5. Arroz e mais dois nos vestiários

Jogo. Tigres 1×2 Portuguesa (Campeonato Carioca)

Data.  18 de janeiro de 2017

Alternatividade. Membros da comissão técnica ofendendo a arbitragem

O preparador de goleiros da Portuguesa, Felipe Bastos (não é o jogador do Corinthians, viu?), protestou contra um escanteio concedido a favor do Tigres, dirigindo um palavrão ao bandeirinha. O árbitro expulsou o preparador, que só foi para o vestiário após intervenção do policiamento. Aos 45 minutos do segundo tempo, o jogador Rodrigo Arroz (Tigres), aquele revelado no Flamengo (tem 32 anos), foi expulso pelo juiz do banco de reservas após reclamar da não marcação de uma falta contra sua equipe. A festa nos vestiários ainda teve mais um convidado…

O auxiliar-técnico do Tigres, Pedro Paulo de Oliveira, irritado com a expulsão de Rodrigo Arroz, começou a xingar o juiz e ameaçou partir para a briga três vezes. Claro que Pedro Paulo foi expulso, mas ele só saiu após intervenção da polícia. Dia difícil para o árbitro, não?

Crédito: FFERJ

Crédito: FFERJ

Crédito: FFERJ

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6. Sem substituições?

Jogo. Novo Hamburgo 1×0 Caxias (Campeonato Gaúcho)

Data. 30 de janeiro de 2017

Alternatividade. Ausência de placa de substituição

Imagina-se a seguinte cena: o árbitro chega para apitar o jogo e, quando está tudo pronto, é informado pelo quarto árbitro de que não havia placas de substituição! Foi por essa situação que tiveram de passar o senhor Eder Davi Zanella e seu ajudante Sérgio Eduardo dos Santos. Infelizmente, o seu juiz não informou como eles fizeram para informar aos jogadores quem entraria e sairia, mas fato é que, apesar da ausência das placas, as duas equipes realizaram três modificadas cada.

Créditos: Federação Gaúcha de Futebol

Crédito: Federação Gaúcha de Futebol

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7. Sobrou para o patrocinador

Jogo. Cianorte 1×0 Coritiba (Campeonato Paranaense)

Data.  29 de janeiro de 2017

Alternatividade. Expulso por socar a placa de publicidade

O preparador de goleiros do Cianorte, Santos Fernandes, foi expulso por dar socos na placa de publicidade e questionar decisões do árbitro. Será que o mero gesto de acertar a placa pode ser considerado uma afronta ao patrocinador? Espera-se que a empresa agredida não desista de ajudar quem quer que seja, o Cianorte ou a federação paranaense, não é mesmo?

Crédito: Federação Paranaense de Futebol

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8. Estacionamento e Paulo Autuori

Jogo. Rio Branco 1×1 Atlético Paranaense (Campeonato Paranaense)

Data.  29 de janeiro de 2017

Alternatividade. Juiz registrar onde estacionou o veículo e discussão do técnico com torcedor

O torcedor pode ser irascível muitas vezes. Então, é melhor garantir um local seguro para o carro do juiz, não? Na Estradinha, em Paranaguá, o jeito foi deixar no posto de combustível, mas até que não ocorreu nenhum dano com o veículo. Ainda bem. Já Paulo Autuori não teve a mesma sorte… Enquanto o jogo transcorria, o técnico do Atlético Paranaense estava sendo incomodado por um torcedor exagerado, que não parava de encher o saco. Após ser muito perturbado, Autuori se dirigiu ao alambrado e começou aquela discussão. O torcedor, não identificado pela polícia, canso de argumentar e jogou um líquido na cara do técnico, que deve ter ficado furioso com o tratamento dispensado.

Crédito: Federação Paranaense de Futebol

Crédito: Federação Paranaense de Futebol

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9. Nem só de ofensas vive o futebol

Jogo. América de Natal 0×1 ABC (Campeonato Potiguar)

Data.  22 de janeiro de 2017

Alternatividade. Elogios à arbitragem

O leitor do Plano Tático pode pensar que destacamos apenas comportamentos ruins, precariedades, ofensas etc. Mas, convenhamos: o bom comportamento está quase se tornando uma alternatividade. Após um jogo dramático, em que o América de Natal perdeu um pênalti aos 50 do segundo tempo, o presidente do clube, Beto Santos, adentrou o vestiário do árbitro para parabenizá-lo pelo trabalho. Não é uma atitude que se espera após a derrota de seu time num clássico, mas cabe o registro desse momento louvável.

Crédito: Federação Norte-Rio Grandense de Futebol

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10. Guerra de fogos

Jogo. Potiguar de Mossoró 2×1 Baraúnas (Campeonato Potiguar)

Data.  26 de janeiro de 2017

Alternatividade. Clássico de Mossoró com dança dos fogos

É compreensível torcedores terem os ânimos inflamados em virtude da rivalidade entre os clubes, mas nada mesmo justifica a ignóbil atitude de mirar fogos de artifício na torcida adversária. Felizmente, ambas as torcidas padeceram de má pontaria e ninguém ficou ferido. Que feio para a importante cidade de Mossoró, hein?

Créditos: Federação Norte-Riograndense de Futebol

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