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Súmulas curiosas: 10 registros muito alternativos e engraçados [Estaduais 2017] – Parte 4

Caríssimos Apaixonados por Futebol Alternativo, é com prazer que anunciamos mais uma Série do Plano Tático em 2017. Vamos percorrer todas as súmulas que estiverem devidamente disponíveis nos sites das respectivas federações estaduais (algumas nunca estão, um desrespeito à lei) em busca de situações curiosas, engraçadas e lamentáveis também, claro!

Os estaduais serão com certeza um prato cheio para o Plano Tático, que de vez em quando publicará um texto quando reunir pelo menos dez súmulas realmente impactantes. Portanto, fique de olho no nosso site e na Página do Facebook para ver a seleção das alternatividades. O responsável pela série é Eder Kamitani, colaborador do Plano Tático! Claro, se você aí achar alguma súmula que julgue interessante, é só nos avisar pelos nossos canais de comunicação!

Clique nas imagens para poder ler as súmulas!

Outros textos da Série Súmulas Curiosas

1. Celular confiscado

Jogo. Paranavaí 3×0 Andraus (2ª divisão do Campeonato Paranaense)

Data. 26 de março de 2017

Alternatividade. Preparador físico sem celular

Jogando no estádio Felipão, o Paranavaí venceu o Andraus sem dificuldades, com gols de Rômulo e Luan.  Antes de saírem os gols, o marasmo estava tão grande que o árbitro Alex Eduardo Gimenes Osti conseguiu notar que o preparador físico do Andraus, Luciano Fidêncio, estava falando ao celular. Não se sabe qual era o assunto urgente que o profissional do Andraus estava tratando, mas fato é que ele ficou sem aparelho até o final da partida, quando o árbitro o devolveu.

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2. Justiça maluca

Jogo. Apucarana 0×1 Iraty (2ª divisão do Campeonato Paranaense)

Data. 26 de março de 2017

Alternatividade. Árbitro imparcial?

Não é raro o juiz ser ofendido ao final de uma partida por algum membro da comissão técnica do time perdedor. A cena se repete com uma frequência alarmante – o time perde e alguém vai lá acusá-lo de ter cometido erros grosseiros ou ter sido desonesto. O massagista do Apucarana, Osni dos Santos, foi tirar satisfação com o árbitro Thiago Coltre Nogueira e acusou-o de roubar só para o Iraty! Será que ele queria que roubassem para o Apucarana também?

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3. Será que passa?

Jogo. Real Noroeste 2×1 Linhares (Campeonato Capixaba)

Data. 18 de março de 2017

Alternatividade. Nova variante para uma ofensa antiga.

45 do segundo tempo em Águia Branca, e o Real Noroeste estava vencendo o Linhares por 2 a 1. Normal os ânimos do time perdedor estarem exaltados, não é mesmo? Não sabemos o que o 4º árbitro, José Severino dos Santos fez (ou deixou de fazer), mas o jogador do Linhares William da Silva Alexandre (infelizmente não constava o nome de jogo dos atletas) foi expulso do banco por sugerir uma impossibilidade proctológica. O que a bola tem a ver com isso? Não basta ela já ser maltratada por tantos jogadores?

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4. Maqueiro precipitado

Jogo. Estrela do Norte 2×0 Castelo (2ª divisão do Campeonato Capixaba)

Data. 8 de abril de 2017

Alternatividade. Acusação parcial

Sempre se corre o risco de ser injusto com o árbitro quando o chamamos de ladrão. Ainda mais aos 7 MINUTOS DA PRIMEIRA ETAPA! Esse foi o tempo que o maqueiro Ricardo Barbosa demorou para forjar sua opinião sobre o árbitro Carlito Rosa: “Ladrão, só veio aqui para roubar, vai ter que apanhar muito”.

Claro, o senhor juiz não titubeou em expulsá-lo. E a polícia ainda teve que tirar o profissional de campo, pois ele resistiu um pouco. Será que dá para perceber as intenções do árbitro com apenas sete minutinhos?

O Estrela do Norte venceu por 2 a 0, numa partida nervosa (cinco cartões amarelos e dois vermelhos). Aparentemente, a ausência do maqueiro não foi sentida, a despeito do jogo pegado. Todo mundo devia estar bastante nervoso, não é mesmo?

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5. Dirigente ameaçador

Jogo. Santa Rita 2×2 ASA (Campeonato Alagoano)

Data. 30 de março de 2017

Alternatividade. Dirigente ameaça a equipe de arbitragem

Final de primeiro tempo e o ASA termina com vitória parcial por 1 a 0. Todos os jogadores vão para seus aposentos descansar e conversar, rumo tomado pelos árbitros. Eis que, de repente, aparece um dirigente do Santa Rita, o senhor Sérgio Salvador, bem no portão que separa os vestiários da arbitragem da parte interna do estádio.

Claro, o recado do dirigente não foi nada amistoso: após proferir palavrões como seu filho da #@#$@ (pulga), ladrão e safado, Sérgio Salvador fez uma ameaça séria: “Apite para os dois lados senão você não sai daqui, vocês vão apanhar…”

O nervosismo do dirigente do Santa Rita era tão grande que ele não soube organizar muito bem o pensamento: “Vocês vão apanhar aqui dentro e não vão sair, quebro o carro de vocês e pego vocês na estrada!”. Ora, se eles iriam quebrar o carro para o juiz não sair, por que eles se deslocariam até a estrada para dar prosseguimento à surra? A arbitragem chamou o policiamento, mas não se sabe se o dirigente sofreu alguma sanção.

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6. Objeto original

Jogo. Picos 1×3 Altos (Campeonato Alagoano)

Data. 12 de abril de 2017

Alternatividade. Vai uma pipoca?

Aos 41 minutos do segundo tempo, a fatura já estava liquidada. O Altos havia marcado o terceiro gol há apenas dois minutos. A torcida do Picos, num último átimo de indignação, destilou seu ódio contra o assistente Alisson Lima Damasceno.

A súmula informa que foram atirados TRÊS SABUGOS DE MILHO na direção do profissional, mas ainda bem que a torcida do Picos estava com a pontaria pior do que a da equipe e nenhum objeto acertou o bandeirinha. O policiamento foi até lá enquadrar os autores, mas eles não foram identificados. Era só ver quem estava comendo pipoca, né?

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7. Me dá um dinheiro aí

Jogo. Tianguá 1×3 Limoeiro (2ª divisão do Campeonato Cearense)

Data. 26 de março de 2017

Alternatividade. Sem dinheiro, sem apito

Nos campeonatos com equipes menos favorecidas economicamente, é bastante frequente que o pagamento de taxas de arbitragem e de transporte não seja feito até o momento de a bola rolar. Muitos árbitros relatam nas súmulas que o dinheiro não foi para o bolso e o público sequer fica sabendo desse perrengue.

Na partida em Tianguá, o time vindo da 3ª divisão cearense não efetuou o pagamento dos árbitros. Dessa vez, porém, eles se recusaram a iniciar a partida até que estas pendências fossem resolvidas, o que demorou 10 minutos. Se isso vira moda, os times dariam um jeito de ser mais pontuais com seus compromissos financeiros, não é mesmo?

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8. Goleiro Bruno e o vergalhão

Jogo. Patrocinense 0×0 Boa Esporte (2ª divisão do Campeonato Mineiro)

Data. 12 de abril de 2017

Alternatividade. Olha, um vergalhão

Na primeira partida como visitante após sua saída da penitenciária (ele já voltou, né?), o goleiro Bruno foi seguro e não comprometeu, impedindo que o Patrocinense mexesse no placar.

Não bastassem os gritos hostis decorrentes tanto do fato de ser visitante quanto das controvérsias envolvendo sua prisão, Bruno informou ao juiz logo aos 18 minutos que um pedaço de vergalhão de aproximadamente 30 centímetros fora arremessado em sua direção pela torcida do Patrocinense, que estava atrás do gol. Nenhum membro da arbitragem nem do policiamento notou o arremesso do objeto. Que mistério, mais um na vida do goleiro Bruno!

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9. Pneus vazios

Jogo. Portuguesa Santista 1×1 Olímpia (Campeonato Paulista Série A3)

Data. 22 de abril de 2017

Alternatividade. Cerco à arbitragem

Jogo tenso no estádio Ulrico Mursa. A Portuguesa Santista vencia o Olímpia por 1 a 0 até os 49 do segundo tempo, mas o adversário converteu cobrança de pênalti e o juiz encerrou a partida logo depois. Claro, houve revolta generalizada…

Jogadores, comissão técnica e gandulas foram em direção aos árbitros questionar o escanteio e o pênalti marcados. Os mais exaltados eram o treinador de goleiros Robson de Oliveira, o preparador físico Bruno Felipe Antunes Leite e até o gandula Ronaldo Santos de Carvalho, que ameaçaram os profissionais.

A Polícia Militar teve de guarnecê-los até o vestiário, utilizando spray de pimenta para afastar os torcedores mais exaltados. No caminho, objetos foram arremessados na direção da arbitragem e houve tentativas de invasão dos vestiários. Por fim, o trio se deparou com os pneus do carro que o transportavam vazios! Dia difícil para a arbitragem, não?

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10. Saiu, mas não gostou

Jogo. Ceilândia 2×1 Paracatu (Campeonato Brasiliense)

Data. 23 de abril de 2017

Alternatividade. Substituição nervosa

Substituição tática no primeiro tempo indica que ou o técnico escalou mal ou o jogador estava atuando muito aquém do esperado. Quase sempre expõe o jogador. Diego Faria, camisa 10 do Paracatu, foi substituído aos 20 minutos do primeiro tempo, quando a partida estava 0 a 0.

Ele não gostou nada da situação, perdeu a cabeça e partiu para cima do técnico Rubio Guerra com intenções violentas. Sorte que os jogadores reservas impediram qualquer coisa mais grave ao afastar Diego do professor.

Quando parecia que havia se acalmado, eis que o jogador do Paracatu aproveita distração momentânea dos companheiros e tenta agredir o técnico de novo! Aí não deu outra, o árbitro expulsou o atleta e a polícia retirou-o do gramado para evitar mais confusão. Que maluquice, hein? Veja o vídeo neste link.

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